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Empréstimo pessoal ou consignado: aprenda a escolher a melhor opção para você

Precisar de crédito é uma situação bastante comum. Pode surgir um imprevisto, uma dívida que precisa ser reorganizada, uma compra importante ou simplesmente uma necessidade de dinheiro que o orçamento daquele mês não consegue atender.

A dúvida aparece na hora de escolher: qual tipo de empréstimo faz mais sentido?

Entre as possibilidades estão o empréstimo pessoal e o empréstimo consignado CLT. Embora os dois permitam obter dinheiro para diferentes finalidades, existem diferenças importantes na contratação, nas taxas, no pagamento e até em quem pode utilizar cada modalidade.

Por isso, não existe uma resposta universal para a pergunta “qual é melhor?”.

A melhor alternativa depende da sua situação profissional, das condições oferecidas, do valor necessário e, principalmente, do impacto das parcelas sobre o seu orçamento.

Antes de contratar, vale entender como cada modalidade funciona.

Como funciona o empréstimo pessoal?

O empréstimo pessoal é uma modalidade bastante flexível.

Você solicita determinado valor, a instituição realiza uma análise de crédito e, caso a proposta seja aprovada, recebe o dinheiro. Depois, devolve o valor em parcelas de acordo com as condições estabelecidas na contratação.

Uma característica importante é que o pagamento não fica diretamente vinculado ao salário. Isso significa que o empréstimo pessoal pode atender diferentes perfis, inclusive pessoas que não trabalham com carteira assinada.

Autônomos e profissionais liberais, por exemplo, podem encontrar nessa modalidade uma alternativa de crédito sem precisar ter um vínculo empregatício CLT.

Também nem sempre é necessário oferecer um carro, imóvel ou outro bem como garantia em um empréstimo pessoal. Essa flexibilidade, entretanto, tem uma contrapartida.

Como não existe o desconto automático da parcela diretamente na folha de pagamento, a instituição financeira assume um risco maior. Esse fator pode contribuir para taxas superiores às encontradas em modalidades como o consignado.

Como funciona o consignado CLT?

O empréstimo consignado CLT funciona de maneira diferente.

Ele é destinado a trabalhadores com carteira assinada elegíveis à modalidade, e suas parcelas são descontadas diretamente da folha de pagamento.

Na prática, o trabalhador recebe o salário já com o valor correspondente à prestação descontado. Essa característica reduz o risco de inadimplência para a instituição financeira. Como consequência, o consignado costuma oferecer taxas menores do que as de um empréstimo pessoal tradicional.

No RecargaPay, por exemplo, o consignado CLT tem taxas a partir de 3,99% ao mês, de acordo com as condições disponíveis e o perfil do cliente. O pagamento pode ser feito em até 40 parcelas.

A contratação está sujeita à elegibilidade, análise de crédito e disponibilidade de margem consignável.

Quando o consignado pode ser mais interessante?

O custo costuma ser uma das principais vantagens do consignado.

No RecargaPay, enquanto o consignado CLT oferece taxas a partir de 3,99% ao mês, o empréstimo pessoal possui taxas a partir de 7% ao mês. As condições finais, porém, variam de acordo com o perfil e a análise realizada.

Isso significa que você não deve decidir apenas olhando a menor taxa anunciada. É necessário fazer a simulação e verificar quais condições estão efetivamente disponíveis para você.

E quando o empréstimo pessoal pode fazer mais sentido?

A principal vantagem do empréstimo pessoal está na flexibilidade. Você não precisa ter um vínculo CLT para que a modalidade possa estar disponível.

No RecargaPay, o empréstimo pessoal é 100% digital, não exige fiador e tem valores disponíveis a partir de R$ 10.

A análise de crédito considera diferentes aspectos do perfil e pode ir além do score. Isso significa que até negativados podem ter acesso a uma oferta, sempre dependendo da análise realizada.

Outra vantagem é poder simular o valor e ajustar o número de parcelas antes da contratação. Assim, é possível avaliar antecipadamente como aquela dívida entrará no orçamento.

O desconto automático é uma vantagem, mas exige planejamento

No consignado, não é preciso lembrar todos os meses de realizar o pagamento da parcela. O valor é descontado automaticamente da folha.

Essa praticidade reduz o risco de esquecer um vencimento. Mas existe outro lado que precisa ser considerado.

Como a prestação sai antes de o salário chegar à sua conta, sua renda mensal disponível ficará menor durante o período do empréstimo.

Por isso, não basta pensar “a parcela cabe na margem consignável”. Ela também precisa caber na sua vida.

Imagine que você receba o salário e já tenha compromissos importantes com aluguel, alimentação, transporte, contas domésticas e outras dívidas. Adicionar uma parcela consignada significa diminuir antecipadamente o dinheiro disponível para todas essas despesas.

Faça essa conta antes de contratar.

Não escolha olhando apenas o valor da parcela

Uma parcela pequena costuma parecer atraente.

Imagine duas propostas para o mesmo empréstimo: uma permite pagar prestações maiores durante um período mais curto. Outra reduz bastante a parcela, mas estende o pagamento por muito mais tempo.

A segunda pode parecer imediatamente melhor. Só que alongar o prazo também pode aumentar o total desembolsado ao longo da operação.

É por isso que a parcela não pode ser analisada isoladamente.

Pergunte quanto você pagará no total até o fim do contrato. Essa informação ajuda a entender o verdadeiro impacto da decisão.

Olhe para o CET

Existe uma sigla particularmente importante na hora de comparar empréstimos: CET. Ela significa Custo Efetivo Total.

O CET reúne os diferentes custos envolvidos na operação, permitindo uma avaliação mais completa do que observar somente a taxa de juros.

Duas propostas podem anunciar taxas aparentemente semelhantes e apresentar custos finais diferentes. Por isso, ao comparar empréstimo pessoal e consignado, procure avaliar o CET de cada oferta.

No RecargaPay, as condições, incluindo taxa, parcelas e CET, são apresentadas antes da confirmação da contratação.

Pense também no motivo do empréstimo

Antes de escolher entre pessoal e consignado, existe uma pergunta ainda mais importante: você realmente precisa contratar crédito?

Empréstimos podem ser úteis quando utilizados de maneira planejada.

Uma possibilidade é substituir uma dívida mais cara por outra mais barata. Se você está pagando juros elevados em outra modalidade e encontra crédito com custo menor, por exemplo, a troca pode ajudar na reorganização financeira.

Também existem imprevistos que exigem dinheiro rapidamente e não podem ser adiados. Mas financiar uma compra que poderia esperar apenas porque existe crédito disponível merece reflexão.

A aprovação não transforma automaticamente uma dívida em uma boa decisão.

Está endividado? Compare o custo da dívida atual

Quem já possui dívidas deve prestar atenção especial às taxas.

Imagine que você esteja pagando uma modalidade de crédito com juros elevados. Conseguir um empréstimo com CET menor pode permitir quitar a dívida anterior e concentrar o pagamento em uma condição mais favorável.

Nesse caso, o crédito pode funcionar como instrumento de reorganização. Mas a troca só faz sentido se os números confirmarem a vantagem.

Além disso, é importante evitar criar outra dívida depois de quitar a anterior. Caso contrário, em vez de substituir uma obrigação, você pode simplesmente acumular compromissos.

Rapidez também pode fazer diferença

Existem situações em que o tempo importa. No empréstimo pessoal RecargaPay, após a aprovação, o dinheiro é liberado na hora via Pix na conta RecargaPay, e a solicitação pode ser feita 24 horas por dia.

No consignado CLT, o processo também é digital. Depois da aprovação, o valor cai na conta, normalmente via Pix, em até 24 horas úteis.

Mas rapidez não deve eliminar a etapa mais importante: conferir o contrato. Mesmo quando existe urgência, reserve alguns minutos para verificar taxa, CET, quantidade de parcelas e valor total a pagar.

Afinal, qual escolher?

Se você possui carteira assinada e tem margem consignável disponível, vale simular o consignado CLT e comparar as condições oferecidas.

Se você não tem vínculo CLT, precisa de maior flexibilidade ou o consignado não está disponível para seu perfil, o empréstimo pessoal pode ser uma alternativa.

Em qualquer situação, compare as propostas reais disponíveis para você. Não escolha apenas pela menor parcela, pela maior quantidade de meses ou pela facilidade de conseguir o dinheiro.

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