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RecargaPay se consolida como referência no Rio Innovation Week 2026

O RecargaPay teve um palco próprio e foi um dos patrocinadores oficiais do Rio Innovation Week 2026, realizado entre os dias 4 e 7 de agosto, no Píer Mauá, no Rio de Janeiro.

Cerca de 200 mil pessoas passaram pelo evento, que reuniu empresas, executivos, empreendedores, especialistas e profissionais interessados em discutir inovação, inteligência artificial, tecnologia, novos modelos de trabalho e as transformações que já estão acontecendo no mundo dos negócios.

O RecargaPay esteve no centro de muitas dessas conversas. Além da programação realizada em seu próprio palco, executivos da empresa participaram de debates que ajudaram a levar para o evento questões práticas sobre inteligência artificial, empreendedorismo, trabalho remoto, crescimento sustentável e serviços financeiros.

Essa participação repercutiu em diversos veículos de imprensa, mostrando como o RecargaPay se consolidou como referência para os mais diferentes assuntos relacionados à tecnologia.

Veículos especializados e grandes jornais noticiaram ideias e opiniões apresentadas pelos executivos durante o Rio Innovation Week, abordando desde os limites da inteligência artificial até as mudanças no tradicional modelo de crescimento das startups.

Crescer a qualquer custo ficou no passado

O Estadão publicou a matéria “IA e investidores mais seletivos mudam o manual de criação de startups; entenda por quê”, que discutiu como o avanço tecnológico e um ambiente mais exigente para investimentos estão transformando algumas das antigas regras do universo das startups.

Gustavo Victorica, cofundador e COO do RecargaPay, participou dessa discussão defendendo que a inteligência artificial pode contribuir para aumentar a escala e a eficiência dos negócios, mas isso não significa que todas as antigas fórmulas de crescimento continuem fazendo sentido.

“O que é para rasgar do manual é o crescimento a qualquer custo”, afirmou.

A própria experiência do RecargaPay com inteligência artificial no atendimento ao cliente ajuda a mostrar essa complexidade. Implementar uma solução não significa necessariamente obter o melhor resultado logo na primeira tentativa.

“Colocamos o Copilot para atender os clientes, e o resultado foi 50% pior na primeira versão. Houve uma curva de aprendizado, e agora 100% dos casos são atendidos com uma dupla de humano e IA e o nível de satisfação do cliente subiu. Tem uma curva de aprendizado que leva tempo”, disse Gustavo.

O exemplo reforça uma ideia que apareceu em diferentes discussões durante o evento: inovação não é simplesmente adotar a tecnologia mais recente. É testar, aprender, ajustar e descobrir onde ela realmente pode gerar valor.

É possível construir uma grande empresa trabalhando de casa?

O trabalho remoto também ganhou espaço na cobertura do Estadão. Na matéria “É possível criar grandes negócios com funcionários trabalhando de casa, dizem especialistas no RIW”, o jornal discutiu como empresas podem crescer e manter operações complexas mesmo sem concentrar seus profissionais em escritórios.

Miguel Perdigão, gerente geral de produtos financeiros do RecargaPay, contou que a empresa possui cerca de 500 profissionais distribuídos por aproximadamente 100 cidades em países como Brasil, Argentina, Portugal e Estados Unidos.

Nesse modelo, o trabalho remoto não aparece apenas como uma questão de conveniência. Ele também se transforma em uma ferramenta para recrutar e reter profissionais, inclusive em um mercado no qual diversas empresas voltaram a exigir presença física nos escritórios.

O desafio é particularmente relevante para uma instituição financeira, que precisa combinar flexibilidade com controles, segurança, desenvolvimento de produtos e capacidade de execução.

“Temos todos os controles que precisamos ter como uma instituição financeira e lançamos nos últimos dois anos todos os produtos que uma plataforma financeira tem. Trabalhando 100% remoto”, afirmou Perdigão em painel mediado por Lucas Agrela, repórter do Estadão.

Proibir a inteligência artificial pode aumentar os riscos

Outra discussão importante apareceu no Canaltech, na matéria “Proibir IA no trabalho pode levar a usos mais inseguros, diz COO da RecargaPay”.

O ponto central foi um dilema que está chegando às empresas de praticamente todos os setores: diante dos riscos relacionados à inteligência artificial, vale proibir seu uso ou criar condições para que os funcionários possam experimentar essas ferramentas com segurança?

Para Gustavo Victorica, simplesmente bloquear a tecnologia pode produzir o efeito contrário ao desejado. Funcionários interessados em utilizá-la podem procurar alternativas fora dos ambientes supervisionados pela empresa, recorrendo a dispositivos ou contas pessoais.

Nesse cenário, informações corporativas podem acabar sendo inseridas em ferramentas sem o conhecimento ou controle da organização, aumentando justamente os riscos que a proibição pretendia evitar.

“Se eu for para o outro lado e quero bloquear tudo, é o pior dos mundos, porque a pessoa vai achar o jeito de fazer da forma mais incorreta e mais insegura possível”, afirmou Gustavo.

Uma alternativa é permitir experimentações controladas. Funcionários podem apresentar ferramentas que gostariam de testar, enquanto a empresa avalia os riscos, acompanha pequenos projetos-piloto e decide se aquela solução merece ganhar escala.

Tecnologia não substitui critério

A Finsiders Brasil também repercutiu as discussões do Rio Innovation Week. Na matéria “Na era da IA, critério virou item escasso, defende executivo”, o veículo chamou atenção para um problema cada vez mais comum: implementar inteligência artificial sem avaliar primeiro se ela é realmente necessária.

A reflexão parte de uma pergunta simples. Antes de automatizar determinado processo, será que esse processo deveria continuar existindo exatamente da maneira como existe hoje?

“Só aplicar uma camada de IA em cima de algo vai ficar mais caro. Em alguns casos, a melhor solução é tirar coisas do meio”, disse Gustavo. “O bem mais escasso hoje não é a tecnologia, é o critério de onde aplicá-la”, enfatizou.

No fim, o impacto da tecnologia precisa chegar a quem utiliza o serviço. Melhor experiência, maior satisfação, operações mais eficientes e custos menores são resultados mais importantes do que simplesmente poder dizer que uma empresa está utilizando inteligência artificial.

Muitos testes, mas qual problema está sendo resolvido?

A Finsiders Brasil aprofundou essa discussão em outra matéria: “Sobra teste de IA, falta foco, diz cofundador de fintech”.

Dessa vez, o destaque foi para a quantidade de experimentações que vêm acontecendo no setor financeiro. Com tantas novas ferramentas disponíveis, testar possibilidades tornou-se relativamente simples. O desafio está em definir exatamente o que motiva cada teste realizado.

“Acho que todo mundo está testando coisas e, nessa realidade, acho que um pouco estamos perdendo o foco de qual problema estamos tentando resolver”, disse o executivo.

A provocação é importante porque muda a ordem da discussão. Em vez de começar perguntando onde uma empresa pode colocar inteligência artificial, o primeiro passo deveria ser identificar um problema concreto e avaliar quais ferramentas podem solucioná-lo.

Essa diferença ajuda a separar inovação com propósito de experimentação feita apenas para acompanhar uma tendência.

Do conceito para a operação

Essa visão também apareceu na TI Inside. A matéria “IA deixa de ser POC e se torna braço operacional das empresas” mostrou como a inteligência artificial começa a deixar a fase puramente experimental para ocupar funções permanentes dentro das organizações.

Gustavo Victorica explicou que a adoção da tecnologia no RecargaPay está relacionada à capacidade de solucionar problemas concretos, reduzir dificuldades operacionais, aumentar a eficiência e melhorar a experiência dos clientes.

“Não implementamos IA porque está na moda. Implementamos quando ela resolve um problema de verdade.”

Mais do que quantidade de projetos, portanto, o que importa é a capacidade de transformar tecnologia em resultado.

Um novo playbook para as startups

A TI Inside também destacou outro debate realizado no palco do RecargaPay no Rio Innovation Week.

A matéria “RecargaPay e EY desafiam o playbook das startups e colocam crescimento sustentável no centro da estratégia” abordou uma mudança importante na maneira como empresas de tecnologia pensam expansão e sucesso.

Durante muitos anos, o universo das startups popularizou um roteiro baseado em crescimento acelerado, grandes rodadas de investimento, aquisição rápida de usuários e expansão da operação antes mesmo da chegada da rentabilidade.

Mas seguir esse roteiro não garante que empresas diferentes alcançarão os mesmos resultados. Negócios possuem mercados, produtos, estruturas e momentos distintos, o que exige estratégias igualmente diferentes.

Gustavo Victorica e Raquel Teixeira, sócia da EY e líder de EY Private para a América Latina, participaram do painel “Against the Playbook: empresas que crescem com seu modelo próprio de negócios”. A mediação ficou a cargo de Erick Bretas, CEO do Estadão.

A discussão reforçou uma das ideias que atravessaram diferentes participações do RecargaPay no evento: tecnologia e velocidade são importantes, mas precisam estar acompanhadas de estratégia, eficiência e capacidade de construir um negócio consistente.

Produtos financeiros e mais de 14 milhões de clientes

A expansão do próprio RecargaPay também ganhou destaque na imprensa durante o evento.

A Startupi publicou a matéria “RecargaPay amplia atuação em produtos financeiros e aposta em crédito para atender 14 milhões de clientes”, voltada à evolução do portfólio financeiro da empresa.

A reportagem destacou a ampliação da atuação em áreas como cartões, empréstimos pessoais, crédito consignado e outras operações de crédito e trouxe os números da empresa: mais de 14 milhões de clientes e crescimento médio anual de 30%.

Tecnologia com propósito

A cobertura da participação do RecargaPay no Rio Innovation Week 2026 passou por assuntos diferentes, mas existe um ponto em comum entre eles.

Inteligência artificial, trabalho remoto, crescimento de startups, segurança, eficiência operacional e expansão de produtos financeiros podem parecer discussões independentes. Na prática, todas fazem parte de uma mesma transformação na maneira como empresas de tecnologia são construídas e administradas.

As matérias também mostram que inovação não depende apenas de utilizar as ferramentas mais recentes. É preciso saber quais problemas resolver, quais processos simplificar, como testar novas tecnologias com segurança e, principalmente, como transformar inovação em benefícios concretos para clientes e para o próprio negócio.

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