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Crescimento do RecargaPay é destaque na imprensa

O crescimento do RecargaPay ganhou destaque no site Bloomberg Línea. Em reportagem publicada em 18 de setembro, o veículo mostrou como a empresa ultrapassou 15 milhões de clientes e avança para superar a marca de R$ 2 bilhões em receita.

A matéria “Fintech RecargaPay ultrapassa 15 milhões de clientes e mira R$ 2 bilhões em receita” apresenta os números que ajudam a dimensionar a expansão e destaca algumas das principais frentes responsáveis por esse movimento.

Entre elas estão empréstimos, cartões de crédito e Tap to Pay, além da ampliação do portfólio de produtos financeiros oferecidos aos clientes.

De 10 milhões para 15 milhões de clientes

Um dos números que mais chamam atenção é o da velocidade de expansão da base de usuários.

Fundado em 2010, o RecargaPay chegou a 10 milhões de clientes em 2024. Para avançar de 10 milhões para mais de 15 milhões, foram necessários pouco mais de 18 meses.

Historicamente, a base de usuários apresenta crescimento anual entre 30% e 35%. Agora, a próxima marca perseguida é a de 20 milhões de clientes.

Miguel Perdigão, General Manager de Produtos Financeiros do RecargaPay, destacou à Bloomberg Línea a expectativa de acelerar ainda mais esse processo:

“Chegar aos 20 [milhões] vai ser muito mais rápido do que chegar aos 15”.

O RecargaPay encerrou 2025 com faturamento de R$ 1,66 bilhão e volume total transacionado (TPV) de R$ 33 bilhões.

Empréstimos, cartões e Tap to Pay puxam a expansão

Segundo a reportagem, três áreas estão entre as principais apostas para sustentar o crescimento nos próximos meses: empréstimos, cartões de crédito e Tap to Pay.

O crédito tem papel especialmente importante. Atualmente, 80% dos novos clientes que chegam ao RecargaPay utilizam o empréstimo como primeiro produto.

Além disso, 32% dos clientes que entram dessa maneira já passam a utilizar outro produto no mesmo mês, principalmente cartão de crédito ou Tap to Pay.

O Open Finance também faz parte dessa estratégia. O RecargaPay está entre as 20 instituições que mais recebem dados de outras empresas no ranking do Banco Central citado pela Bloomberg Línea.

Com autorização do cliente, essas informações permitem conhecer melhor seu histórico financeiro e podem facilitar tanto a análise de crédito quanto o processo de entrada na plataforma.

Gilmar Hansen, vice-presidente sênior de Produto do RecargaPay, explicou à Bloomberg Línea:

“O OpenFinance traz um ‘vídeo’ de 12 meses da vida da pessoa em outra instituição. Isso permite ver o que ele fez em outros lugares, sem ter que esperar para analisar os próximos 3 ou 4 meses dele usando o RecargaPay.”

“Também usamos no onboarding, o que remove a fricção, inclusive de ter que digitar todos os dados. Isso gera um valor absurdo de conhecer realmente quem é aquele usuário”.

Tap to Pay é destaque

Outro destaque da reportagem é o avanço do Tap to Pay, tecnologia que permite transformar o próprio celular em uma ferramenta para receber pagamentos por aproximação, sem necessidade de uma maquininha adicional.

Em agosto, somente o Tap to Pay movimentou R$ 300 milhões no RecargaPay. A versão para iPhone, lançada cerca de dois meses antes da reportagem, já respondia por um terço desse volume. No Android, o volume vem apresentando crescimento mensal de aproximadamente 35%.

“Isso dá à RecargaPay uma vantagem sobre concorrentes que têm parques enormes de equipamentos físicos. Muitas vezes, eles não podem colocar o pé no acelerador como nós podemos”, disse Hansen à reportagem.

Cartões e investimentos ampliam o portfólio

Os cartões também aparecem entre as frentes de expansão. Segundo a reportagem, a carteira de cartões do RecargaPay cresce entre 20% e 30%.

Entre os produtos mais recentes está o Titan, cartão Mastercard Black que oferece 2% de cashback em todas as compras. Para ser elegível, é necessário manter pelo menos R$ 30 mil investidos em CDBs RecargaPay.

Os investimentos completam esse movimento de diversificação. Entre as alternativas estão o CDB com liquidez diária, que rende 107% do CDI, e o CDB de 12 meses, com rendimento de 110% do CDI.

De recargas a uma plataforma de serviços financeiros

A reportagem da Bloomberg Línea também mostra o quanto o negócio mudou desde sua origem.

No começo da década, mais de 90% dos usuários tinham a recarga de celular como primeira transação. Atualmente, as recargas representam menos de 1% tanto do volume transacionado quanto da receita do RecargaPay.

Nesse período, o portfólio se expandiu para incluir soluções de crédito, cartões, Pix, pagamentos, investimentos e ferramentas para empreendedores.

A transformação é tão grande que a própria adequação do nome RecargaPay ao negócio atual é tema de conversas internas.

Beto Petroni, diretor de Comunicação, comentou à Bloomberg Línea: “essa é uma discussão que nós temos. A cada seis meses, ou dia sim, outro também”.

Crescimento com eficiência

A expansão também vem acompanhada por mudanças no atendimento, reorganização de equipes e adoção de inteligência artificial.

Mas Hansen destacou que a busca por uma operação enxuta já fazia parte da cultura da empresa antes mesmo do avanço recente da IA:

“A filosofia do RecargaPay sempre esteve baseada na austeridade, principalmente em ter uma organização muito lean, muito mais horizontal do que várias camadas de gestão”, afirmou. “Nós sempre nos policiamos, mesmo antes da IA.”

Próximo objetivo: 20 milhões de clientes

Os números reunidos pela Bloomberg Línea mostram uma empresa que entrou em uma nova escala.

Depois de superar 15 milhões de clientes, movimentar R$ 33 bilhões em 2025 e alcançar faturamento de R$ 1,66 bilhão, o RecargaPay avança agora em direção a duas novas marcas: R$ 2 bilhões em receita e 20 milhões de usuários.

Crédito, cartões e Tap to Pay estão entre as principais frentes para sustentar essa trajetória, enquanto investimentos e outras soluções ampliam as possibilidades oferecidas aos clientes.

A evolução também mostra o quanto o RecargaPay mudou desde sua origem. A empresa, que nasceu associada principalmente às recargas de celular, hoje reúne diferentes serviços financeiros para pessoas e negócios.

O destaque dado pela Bloomberg Línea aos números recentes ajuda a dimensionar essa transformação e o novo momento vivido pelo RecargaPay.

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